Coluna de Rafael Oliveira: Jack White e seu segundo disco, Entering Heaven Alive

Ainda no mês de janeiro e partimos para mais uma publicação do aclamado produtor Jack White, ele no ano de 2022 lançou dois discos, um no qual publicamos na primeira quinzena de janeiro e o segundo hoje, vamos resenhar um pouco sobre o seu segundo álbum disco – Entering Heaven Alive.

O que esperar dessa produção? Mais do Mesmo? Ou criatividade? Se depender de Jack White o objetivo é se superar sempre e claro capturando todos os sons possíveis, o que faz a qualidade excepcional dos seus discos serem muito diferenciados.

O produtor que iniciou carreira na banda The White Stripes, passou por carreira solo e inovou com The Raconteurs, agora vocês verão o mais novo disco carregado de instrumentalidade, componentes acústicos entre violões, pianos, eletrônicos e muita guitarra.
No inicio do ano falamos um pouco do Fear Of The Dawn e você poderá acompanhar esse trabalho logo nos links abaixo e hoje vamos falar um pouco sobre cada faixa deste novo disco.

A primeira faixa do disco se inicia com “A Tip from You to Me” uma versão acústica de violões e uso de violões, uma canção bem mais leve quando comparada com a primeira faixa do disco Fear Of The Dawn.

A segunda faixa do disco não diferencia em quase nada da primeira faixa – “All Along The Way” um ritmo bastante lento e bastante parado.
A terceira faixa “Help Me Along” soa com muito lirismo, quase poético, um som lindo de piano, tocado ao fundo, sem esquecer também dos instrumentos de sopro que provavelmente foram usados o que coloca toda a doçura da canção.

As dinâmicas das canções vão se alterando bastante e confesso que essa aqui é interessantíssima – “Love Is Selfish” é uma das canções com direito a clipe, muito bem produzido e com imagens que valem a pena ver, Jack parece estar em um palco ou bar em algumas cenas, o que faz lembrar aqueles cantores das noites poucas badaladas e calmas.

Agora uma canção que muda completamente o ritmo do álbum com figuras bem do “jazz” é a canção “I’ve Got You Surrounded” que trás a beleza da guitarra, combinada com um som bastante semelhante da “soul” e uma mistura do “jazz”, bom vai entender o que se passa na cabeça de White.
Mas ainda não encontrei minha música favorita ainda, já tendo passado metade do disco.

O disco enfrenta uma pobreza de energia, bastante econômico em arranjos e muitas vezes caminhando para o tédio.
Uma das canções que parece emular o cantor Tom Waits é “Queen Of The Bees”, aquele som livre de acabamento, que na verdade é bastante cru e bastante lento e quase parado.

Para fazer uma seleção justa ao disco vou escolher a canção “If I Die Tomorrow” uma canção que pela qualidade do clipe, uma das minhas escolhas para tocar na setlist do Programa Garimpo da Rádio Meteleco – https://meteleco.net/ – semanalmente exibido as 16hs de segundas as sextas-feiras.

Para finalizar esse disco ainda temos mais três canções que fecham o padrão que mistura agora estilos acústicos como o folk e country, timidamente mais presentes nas canções – “A Madman From Manhattan” e “Taking Me Back”.

Conheça mais sobre esse trabalho com os seguintes temas relacionados:

Essas são as minhas ligeiras impressões para esse grande disco do Jack White, vamos ver alguns dos clipes logo abaixo na publicação.

Acesse os canais de mídia – Instagram: @officialjackwhite

*Rafael S. de Oliveira – Mórmon/SUD – Com oficio de Elder, Diretor de Assuntos Públicos e Especialista de Bem Estar, membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Vice-Presidente – O Observatório: Associação de Controle Social e Políticas Públicas da Zona Oeste de SP (mandato 2020-2023). Técnico em Políticas Públicas pelo PSDB (Partido da Social Democracia do Brasil), Engenheiro de Produção e ex-gestor por 3 grandes empresas (Luft Logistics, IGO SP e TCI BPO). Apresentador e Produtor pela Rádio Meteleco.Net (Programa Garimpo) e Colunista no Jornal Cotia Agora (Caderno de Música, Discos, Experiencias e Cultura).