Cotia: 2023 deve começar com mudanças na política e trocas no secretariado de Rogério Franco
O ano de 2022 praticamente terminou, mas, já há indícios que 2023 vem com muitas polêmicas e mudanças na política de Cotia.
Segundo informações que chegaram ao Jornal Cotia Agora, o prefeito Rogério Franco vai mudar algumas peças em seu secretariado.
Na prefeitura, ninguém confirma, também não desmente. O Jornal Cotia Agora obteve informações há pelo menos 45 dias de uma mudança, que até agora não se confirmou, mas, nas redes sociais já houve burburinhos e nas rodas políticas há quem garanta essa novidade.
O vereador Celso Itiki é apontado como o novo secretário de Habitação, uma pasta que está sem titular há alguns meses, depois que Sérgio Folha, que era o detentor do cargo, ter voltado a ocupar sua cadeira na Cãmara, como vereador eleito.
Outros secretários, o de Assuntos Jurídicos e da Justiça, Vitor Marques e o de Meio-Ambiente, Gustavo Gemente, foram exonerados de seus cargos. Diante disso, as três secretarias ficaram sem seus titulares.
Troca na Câmara
Com a eminente ida de Itiki para a Habitação, sua vaga na Câmara será ocupada pelo advogado Pedro Almeida, primeiro suplente do PSD.
Mudanças e descontentamento
As outras mudanças que podem acontecer e trocas de secretários, são decorrentes, segundo apuramos, do descontentamento do prefeito Rogério com algumas pastas que não atingiram metas em 2022. A falta de ações de algumas secretarias acabam envolvendo e comprometendo o próprio governo do prefeito.
Entre elas está a de Trabalho e Emprego, que tem como secretário, Marcos Nena, ex vereador da cidade. As outras ‘novidades’ podem ser as nomeações de secretários de Assuntos Jurídicos e Meio-Ambiente.
Hoje, respondem interinamente as três secretarias, seus adjuntos: Marina Gama (Assuntos Jurídicos), Onofre Ferreira (Habitação) e Agnaldo Pereira (Meio-Ambiente).
Esta matéria foi escrita no dia de Natal e, consequentemente, não conseguimos contato via telefone com as partes envolvidas e o espaço está aberto para respostas e manifestações.
Por Rodrigo Seixas
