Coluna de Rafael Oliveira: Foo Fighters e o disco But Here We Are, tudo após Taylor Hawkins
Meus amigos mais uma vez o garimpeiro na área e hoje vamos falar sobre Foo Fighters, uma das bandas mais preferidas dos jovens atualmente, seguido de Metallica, Guns N Roses e qualquer outra coisa que faça rock no dia de hoje.
Foo Fighters vem de uma formação interessante com o término do Nirvana e mais recentemente é surpreendido tragicamente com a morte do baterista Taylor Hawkins, trás agora um mais recente disco que coloquei na lista para ouvirmos – “But Here We Are”.
O Disco “But Here We Are” ele vem exclusivamente após o falecimento de Taylor, ele anima a galera com sons potentes e ao mesmo tempo carregado de emoções que vão listando o disco com 10 músicas e com duração de 48 minutos.
Números não interessam! O que interessa mesmo é falar desse disco começando pelas primeiras duas faixas do disco: “Rescued” e “Under You” que marcam o compasso da obra ilustre que o disco propõe.
Sendo as primeiras canções divulgadas nas plataformas digitais.
As duas canções mostram aqueles potentes refrões que Dave Grohl está acostumado a fazer e aquele estilo energético extremamo de sempre, mostra toda a bagagem e o potencial da banda que vive o que há de melhor.
A terceira faixa desse disco é “Hearing Voices” é bem mais leve quebra a potência e a emoção das primeiras canções, mas recebe toda a nossa atenção pelo vocal de Dave Grohl e a melodia, uma belíssima combinação delirante.
A quarta faixa, meus amigos, é a faixa título do disco – “But Here We Are” que é um sopro literal da fase em que o Foo Fighters estava lidando inclusive com a perda da mãe de Dave Grohl, mais uma vez uma bela combinação de melodia, literalidade que soam até quase poéticas.
“The Glass” ocupando a faixa a seguir me soa como um gosto bastante jovial, uma sonoridade bem tranquila e bem mais lenta que as canções anteriores, me fez rememorar canções antigas dos anos 90, é uma das canções que traz a essência do movimento alternativo da qual a banda surgiu.
“Nothing At All” essa canção foi tocada pela banda na apresentação do novo baterista “Josh Freese”, soa com bastante maturidade e bem encorpada.
A faixa “Show me How” tem participação exclusiva da filha de Dave Grohl e traz influências do Shoegaze um estilo mais progressivo para banda, boa de se ouvir também.
Entre as minhas escolhas para este disco tive um pouco de dificuldade pela qualidade, escutei as duas primeiras canções e me deparei com a faixa título, mas com toda sinceridade eu coloco como ponto alto deste disco a canção “Show Me How” a filha de Grohl trouxe uma sonoridade e uma nova adaptação que valem a pena considerar como escolha para colocar na setlist do Programa Garimpo da Rádio Meteleco – https://meteleco.net – semanalmente exibido as 16hs de segundas as sextas-feiras.
A oitava faixa do disco – “Beyond Me” soa com o classic rock, remetendo a lembrar do Queen, aquelas guitarras solos de Brian May, na sequência “The Teacher” a maior canção da carreira do Foo Fighters, 10 minutos de música e um som progressivo e fechamos o disco com “Rest” que traz elementos do estilo Emo, diferente de ouvir e também gostosa.
Essas são as canções do álbum “But Here We Are” é um amontado de músicas de boa qualidade com todos os elementos da banda, combinados com outros mínimos recursos de melodia e vocalidade. Pronto é Isso!
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