Comércio de Cotia: Enquanto uns baixam as portas, outro “ressuscita”

O Jornal Cotia Agora mostrou há pouco meses a quebradeira geral em muitos comércios da cidade, principalmente no Centro.

A concorrência com vendas online, altos valores de aluguéis e a crise econômica (taxas e impostos que estrangulam as empresas) que passa o Brasil são alguns dos fatores que levaram empresários e comerciantes a fecharem seus estabelecimentos.

Nas principais ruas do centro e região, o número de imóveis fechados e com placas de ‘aluga-se’ é muito grande. Depois de vários exemplos citados por nossa reportagem em matéria passada, recentemente foi a vez da Ultrafarma baixar as portas, na Rua Leon Psanquevich, perto do cemitério central.

Outra que foi embora é a KLK, loja de roupas que ocupou por pouco mais de um ano o prédio onde funcionou a Marisa, na Rua Senador Feijó. Tivemos a informação de que o aluguel daquele ponto sai por mais de cem mil reais. Ambos os prédios agora estão com placas de aluga-se.

Se uns baixam as portas, tem gente voltando para o centro da cidade. A Marabraz, que encerrou as atividades em 2025, reabriu suas portas sexta-feira. Há alguns dias soubemos por uma ex funcionária da loja que o ponto seria reaberto e a unidade da rede está de volta a Cotia.

O cenário desolador segue em Cotia, com portas fechadas e a falta de uma solução por parte de donos de imóveis e do governo em todas as esferas.