Sustentabilidade: Novas balsas de São Paulo serão movidas a propulsão elétrica
Ampliação da capacidade de transporte de passageiros e veículos das embarcações é um dos pontos essenciais do projeto de concessão do sistema de travessias do Estado de São Paulo. As balsas que hoje são movidas por propulsão a diesel serão substituídas por 44 novas embarcações e quatro novos conjuntos de balsas-empurradores, com a conversão para propulsão elétrica nos locais onde a operação e infraestrutura permitam. Essa substituição vai se refletir em eficiência na mobilidade e na redução de emissões de carbono na atmosfera.
As 48 novas embarcações entram em operação até o sexto ano do contrato de parceria público-privada. A previsão é que os serviços sejam assumidos pela iniciativa privada a partir de 2026.
A concessão do sistema de travessias hídricas, qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos do Estado, inclui 14 travessias em cinco regiões de operação no Estado. São elas:
-Litoral Norte: São Sebastião-Ilhabela;
-Litoral Centro: Santos-Vicente Carvalho, Santos-Guarujá, Bertioga-Guarujá;
-Litoral Sul: Cananéia-Continente, Cananéia-Ilha Comprida, Cananéia-Ariri, Iguape-Juréia;
-Região Metropolitana de São Paulo: Bororé-Grajaú, Taquecetuba-Bororé e João Basso-Taquecetuba;
-Paraibuna: Porto Paraitinga, Porto Natividade da Serra e Porto Varginha.
Características
A padronização da frota será estruturada com base na demanda e infraestrutura terrestre das embarcações: travessias de maior demanda terão embarcações grandes capazes de suportar tal volume e travessias de menor demanda terão embarcações menores com maior frequência permitindo maior número de viagens.
Atualmente, o sistema atende 11 milhões de passageiros e 10 milhões de veículos anualmente. O projeto prevê o investimento de mais de R$ 1 bilhão em novos terminais de passageiros, aquisição de novas embarcações, novos flutuantes e ampliação de flutuantes existentes.
